Com o passar do tempo, a pele tende a perder hidratação, elasticidade e uniformidade. Rugas finas, olheiras marcadas, manchas e cicatrizes tornam-se mais evidentes — e muitas vezes, as soluções tradicionais não oferecem resultados satisfatórios.
Em especial para mulheres com rotina intensa e histórico de tratamentos prévios, cresce o interesse por técnicas que utilizem os próprios recursos do organismo para estimular a regeneração da pele.
Entre essas abordagens, o Nanofat surge como uma possibilidade dentro da medicina estética regenerativa. A técnica utiliza células da gordura do próprio paciente para atuar na qualidade da pele, com ênfase na hidratação, uniformidade e estímulo à produção de colágeno.
Nanofat é uma técnica que consiste na coleta, processamento e reinjeção de gordura autóloga (do próprio paciente), com o objetivo de obter um concentrado celular rico em fatores de crescimento. Diferente da lipoenxertia convencional, que tem função volumizadora, o Nanofat é utilizado para bioestimulação tecidual, sem alteração de volume.
A proposta é estimular processos regenerativos locais, como a síntese de colágeno e a renovação celular, com o objetivo de melhorar a aparência e função da pele.
O Nanofat tem sido estudado e utilizado em diferentes contextos, principalmente para:
Observação: O Nanofat não atua como preenchedor. Seu foco está na qualidade da pele, e não na alteração de volume facial.
É importante destacar que os efeitos variam conforme as condições clínicas individuais, sendo necessários avaliação cuidadosa e acompanhamento médico para determinar a real indicação.
Nanofat é uma técnica que utiliza gordura processada do próprio paciente para estimular a regeneração da pele. Não tem efeito volumizador, sendo indicada para melhorar textura, hidratação, manchas e cicatrizes, principalmente no rosto, pescoço e olheiras.
Os efeitos do Nanofat costumam ser progressivos, com melhora gradual a partir de 30 a 60 dias após a aplicação. Em muitos casos, os resultados se mantêm por 12 a 18 meses, mas a durabilidade depende de fatores como envelhecimento natural, cuidados diários e exposição solar.
Sessões de manutenção podem ser consideradas conforme evolução clínica.
A coleta da gordura é feita sob anestesia local ou sedação leve, e a aplicação cutânea costuma ser bem tolerada. Podem ocorrer leve desconforto, inchaço ou hematomas temporários. A recuperação varia de paciente para paciente, mas costuma ser rápida.
Apesar de ser um procedimento com bons índices de segurança, o Nanofat não é isento de riscos. Entre as possíveis intercorrências:
Resultados insatisfatórios podem ocorrer especialmente em pacientes com expectativas irreais ou em situações clínicas inadequadas para o uso da técnica.
Além da face, o Nanofat pode ser utilizado em outras regiões, como:
A indicação depende da avaliação médica, da qualidade da pele e dos objetivos do tratamento.
O valor do procedimento pode variar amplamente conforme a clínica, cidade, equipe envolvida e estrutura. Avaliação individual é indispensável para definição precisa do plano terapêutico.
O Nanofat integra um conjunto de técnicas voltadas à estimulação regenerativa da pele, utilizando componentes do próprio organismo para promover melhora gradual da qualidade cutânea. É uma opção que vem sendo estudada e aplicada em contextos específicos, com foco na naturalidade e compatibilidade biológica.
Como qualquer tratamento, seus resultados dependem da indicação adequada, da técnica utilizada e do acompanhamento profissional. A decisão por realizar o procedimento deve ser feita com base em informação, segurança e expectativa realista, sempre com orientação de um especialista qualificado.
Não. O Nanofat não tem função volumizadora. Seu uso está voltado à melhora da qualidade da pele, enquanto os preenchedores são indicados para restaurar ou criar volume.
Depende. Muitos pacientes se beneficiam de uma única sessão, mas em alguns casos pode ser indicado repetir o procedimento após alguns meses.
Sim. O procedimento não é indicado em casos de infecção ativa, doenças autoimunes descompensadas, distúrbios de coagulação ou alergia a anestésicos locais.
Sim. O Nanofat pode ser associado a outras abordagens como microagulhamento, laser, PRP ou cirurgias, de forma planejada e segura.
Não. A ação é gradual. A melhora costuma ser percebida a partir da 4ª semana, com efeito máximo por volta de 3 meses após o procedimento.
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