Os padrões de beleza ao longo da história

Os padrões de beleza variaram bastante através das décadas. O culto ao corpo perfeito, a constante luta contra a balança e a contagem de calorias por refeição

Os padrões de beleza ao longo da história

Em cada época é possível identificar a valorização por um ou outro tipo físico, dos corpos roliços aos mais secos, das barriguinhas pronunciadas aos abdomens sequinhos, dos seios minúsculos aos bustos fartos. Houve tempos em que ninguém era responsável pelo próprio corpo. Por milênios, a forma física era colocada a serviço de propósitos sociais, militares ou religiosos.

Ontem

Mas desde a pré-história já se via os primeiros sinais de vaidade.  Eles começaram a ser notados quando o homem passou a viver em grupo e se fixou na terra, surgindo assim a diferenciação hierárquica. Os líderes, geralmente eram os mais fortes do grupo, e para se diferenciar, se enfeitavam com as garras e os dentes dos animais ferozes que caçavam. As mulheres por sua vez, quando possuíam uma posição privilegiada no grupo, deveriam ser obesas, representando o ideal estético e a fertilidade, sendo que esses padrões são fruto de diversos fatores, sendo o principal deles a associação de beleza à disponibilidade de recursos.

Desde a antiguidade, o único período em que não existiu um padrão dominante foi na Idade Média. No renascimento, o ideal greco-romano de beleza voltou a imperar, somados à gordura, que era um indicativo de status social, relacionado à riqueza e a vida ociosa dos ricos, que elegeu o equilíbrio das formas como um objetivo a ser alcançado.

Hoje

Assim como a moda, os padrões de beleza estão em constante mutação na era contemporânea. A felicidade está associada ao status social. Os padrões de beleza variaram bastante através das décadas. Nos últimos 50 anos, desde a popularização dos concursos de beleza, o que se viu nas passarelas foi uma grande diversidade. Os variados biotipos serviram de inspiração e rechearam o imaginário feminino. Marilyn Monroe marcou os anos 50 com suas curvas e coxas generosas, para logo em seguida a londrina Twiggy virar referência com seu corpo esquálido. Um pouco mais adiante surgem Cindy Crawford e Claudia Schiffer, elas revolucionaram a indústria da moda, inaugurando a era das passarelas e dos cachês milionários. Na década de 90, é a vez de Kate Moss reformular o conceito do sex appeal com sua beleza andrógena.

Desde então o culto ao corpo perfeito, uma constante luta contra a balança, uma conta de calorias presente em cada refeição começaram a fazer parte do cotidiano de  muitas pessoas.

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